2023 será o marco para a comercialização digital na agricultura, reforça estudo da agritech Grão Direto

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São Paulo – A Grão Direto, maior plataforma digital de comercialização de commodities agrícolas na América Latina, realizou um estudo a partir de sua base de mais de 270 mil usuários para identificar o comportamento de quem negocia grãos digitalmente, além de traçar um cenário sobre o papel da tecnologia na vida de quem lida com o agronegócio. A agritech revela que a era digital já está presente na rotina dos atuais e futuros tomadores de decisões.

A pesquisa foi aplicada no primeiro semestre de 2022, por meio de diversos canais, reunindo respostas de produtores, compradores e outros perfis comerciais de quem lida com o mercado agro, o que garantiu uma amostra relevante, diversificada e ampla de usuários. O tratamento dos dados contou com o apoio da OperData, empresa de consultoria estatística.

Essa pesquisa foi realizada para entendermos o que motiva o uso da tecnologia nas atividades comerciais do agro, além de mapear hábitos relacionados. E, a Grão Direto tem autoridade para falar do assunto por ter o aplicativo para negociação de grãos mais baixado do mundo, além das maiores companhias do segmento como clientes, o que reforça nosso conhecimento e reputação. Além disso, somos a primeira startup de comercialização agrícola no mundo a se conectar diretamente com a Bolsa de Chicago, com atualizações de preço em tempo real para o mercado físico e atendemos milhares de agricultores e compradores de todos os elos dessa cadeia, como fábricas de ração, cooperativas, tradings, armazéns, corretores, confinamento de gado, granjas, entre outros”, declara Gabriela Felizardo, Head de Operações da Grão Direto.

Sobre a motivação para o uso de tecnologia, não só aplicada ao agronegócio, mas em qualquer ocasião do cotidiano de quem atua com commodities agrícolas, o estudo mostra que, nos últimos 12 meses, 89,3% dos entrevistados realizaram transferências bancárias online. Outros 59,7% dos respondentes disseram já terem realizado assinaturas de serviços de streaming nos últimos meses.

 “Esses números fortalecem a percepção de que o digital já está presente na vida dos usuários, em diversos campos, independente do perfil de negociação e quem não aderir ao movimento desta era, vai ficar para trás”, explica a executiva.

No que diz respeito à frequência de compra online em geral, não limitada ao comércio de grãos, a startup agro identificou que 51,9% dos que responderam ao questionário haviam comprado algo em ambiente digital pelo menos 1 vez ao mês no último ano e destes, 63,2% eram produtores de grãos e 55,5%, compradores.

O estudo revela, ainda, dados que dizem respeito à velocidade do fechamento dos contratos das negociações agrícolas, ainda, realizadas no tradicional. Neste quesito, 41,5% dos compradores fecham um negócio no mesmo dia, enquanto entre os produtores esse prazo tende a ser mais longo, com 34,6% deles levando até uma semana para conclusão de um contrato. “

É um resultado condizente com a realidade, pois quem vende costuma avaliar mais o mercado antes de decidir fechar o negócio, o que pode levar dias. No entanto, o comprador, muitas vezes, tem demandas imediatas para suprir, por isso, normalmente, acaba decidindo a compra mais rapidamente”, observa Gabriela.

O estudo também identificou, para todos os perfis pesquisados, os fatores que mais impactam no fechamento de uma negociação. Dentre eles, estão: o prazo para pagamento, o preço do frete e a quantidade de sacas, em ordem de relevância. E até que efetivamente troquem o produto por dinheiro, algumas etapas do processo pesam mais na decisão final. Em ordem de importância, são elas: a logística/entrega dos grãos, seguida pelo armazenamento e a gestão da nota fiscal. Além disso, 84% dos entrevistados relataram que usam o aplicativo para acompanhar o mercado em tempo real e, assim, tomar melhores decisões na hora de comprar ou vender.

Entre outros pontos de destaque estão informações sobre a presença da tecnologia no dia a dia dos profissionais do agronegócio, a pesquisa mostra que é no ambiente digital que os profissionais do campo buscam conhecimento, sendo que 67,8% o fazem assistindo um vídeo no YouTube, enquanto 61,9% leem textos na Internet. Para isso, 85,8% utilizam o Google, 50,4% o YouTube, 32,5% o Facebook e 31,9% o Instagram. “A maioria dos participantes afirmou que vídeos e leituras digitais são formas prazerosas de adquirir novos conhecimentos”, conta a executiva.

Já sobre os hábitos de comunicação, a pesquisa mostra que o Instagram e o Facebook também são meios efetivos para interação, mas o WhatsApp é o aplicativo mais usado para essa finalidade, assim como notamos em outras áreas. No quesito, 96,3% dos entrevistados usam o WhatsApp, 52,8% o Instagram, 51,2% o Facebook, enquanto 12,6% preferem o LinkedIn e 7,5% outros meios não especificados.

A digitalização no agronegócio já é uma realidade e não mais uma promessa. A Grão Direto é hoje uma das empresas que lidera esse movimento. Já estamos ajudando diversas grandes empresas em sua jornada de transformação digital e muitas outras estão chegando. Esta e outras pesquisas e estudos que realizamos regularmente ajudam nossos clientes a tomarem melhores decisões e a se posicionarem de modo mais assertivo nesta nova era digital”, finaliza Gabriela.

Como forma de ampliar o conhecimento sobre a digitalização no agronegócio, a Grão Direto está disponibilizando gratuitamente um e-book com dados ainda mais completos sobre este estudo. O e-book pode ser acessado pelo link: E-book – Comportamento digital de quem comercializa grãos no Brasil – Grão Direto.

(*) Com informações da Grão Direto

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