Acordo de Indicações Geográficas do Mercosul pode beneficiar proteção da cachaça no bloco



Última atualização: 9 de Dezembro de 2019 - 08:35
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São Paulo – o Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) comemora o acordo para a Proteção Mútua de Indicações Geográficas (IG) entre os países do Mercosul. Assinado entre uma série de acordos realizados na cúpula de chefes de Estado, que foi encerrada nesta quinta-feira (05), no Rio Grande do Sul, a negociação vai permitir que produtos de um país integrante do bloco sejam mais rapidamente reconhecidos pelos demais estados-partes.

De acordo com Carlos Lima, diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça – IBRAC, o acordo representa uma evolução significativa na proteção de ativos brasileiros, como a cachaça, um produto genuinamente nacional, cuja história está intrinsecamente ligada à história do Brasil, e que gera mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. Em 2018, o Brasil exportou para o Mercosul US$ 2,8 milhões de cachaça, o equivalentes a 2,2 milhões de litros da bebida. (fonte: ComexStat) e o reconhecimento poderá representar mais investimentos na exportação.

Primeira indicação geográfica do Brasil, a Cachaça é hoje protegida no Chile, Colômbia, EUA e México e seu reconhecimento já faz parte dos acordos assinados entre o Mercosul e a União Europeia.

 

(*) Com informações do IBRAC

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