Brasil acumula megassuperávit de US$ 137,291 bilhões no comércio com a China entre 2010 e 2019

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Da Redação

Brasília – Em uma década –de 2010 a 2019- o fluxo de comércio com a China gerou para o Brasil um superávit de US 137,2 bilhões, o maior saldo já obtido pelo país com um de seus parceiros comerciais de todo o mundo em qualquer época da história de seu comércio exterior.

O maior superávit, isoladamente, foi registrado em 2018, quando as exportações para o gigante asiático totalizaram US$ 63,919 bilhões e as importações atingiram o montante de US$ 37,730 bilhões, resultando em um saldo para o Brasil da ordem de US$ 36,199 bilhões. Naquele ano, o intercâmbio comercial sino-brasileiro registrou os números mais expressivos e superou, pela primeira vez, a barreira de US$ 100 bilhões, nos dois sentidos Os dados constam da série histórica elaborada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

A série histórica da Secex reúne dados globais do comércio exterior brasileiro a partir do ano de 1997 e revelam que apenas nos quatro primeiros anos do levantamento o Brasil teve déficits nas trocas comerciais com a China. Nesse período, a China acumulou um saldo de US$ 519 milhões nas trocas comerciais com o Brasil. A partir de 2001 essa situação se reverteu e a balança comercial bilateral proporcionou ao Brasil um saldo de US$ 681 milhões.

Em 20 anos, o comércio entre as maiores economias da Ásia e da América Latina deu um salto exponencial. No primeiro ano da série histórica, o Brasil exportou para a China bens no total de US$ 1,088 bilhão e importou US$ 1,159 bilhão em produtos chineses. Ano passado, as trocas bilaterais envolveram exportações brasileiras no montante de US$ 63,558 bilhões e vendas chinesas totalizando US$ 35,271 bilhões, o que resultou num superávit brasileiro de US$ 28,287 bilhões.

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