Brasil tem participação inexpressiva nas exportações e importações mundiais de serviços, segundo a OMC

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Da Redação

Brasília – O Brasil ocupa posição irrelevante no comércio internacional de bens mas a situação é ainda muito pior quando se trata do comércio de serviços. Entre os maiores exportadores de bens, o Brasil ocupa uma modestíssima vigésima-sétima posição e no bloco dos maiores importadores, o pais ficou em vigésimo-oitavo lugar, segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em relação ao comércio de serviços, o Brasil não figura numa relação de 15 países do ranking divulgado pela OMC para o ano de 2019. Nesse ranking figuram economias muito menores que a brasileira, como Luxemburgo (exportações no valor de US$ 112 bilhões), Bélgica (US$  119 bilhões) e Itália (US$ 121 bilhões). O maior exportador mundial de serviços os Estados Unidos, teve um faturamento de US$ 824 bilhões.

No tocante às importações, o Brasil ocupou a vigésima-quarta posição, com um total de US$ 67 bilhões, equivalentes a 1,2% dos negócios envolvendo serviços em todo  mundo, atrás de países como a Austrália (US$ 71 bilhões), Dinamarca (US$ 72 bilhões) e Emirados Árabes (US$ 73 bilhões). O ranking foi liderado pelos Estados Unidos, com importações no valor de US$ 571 bilhões.

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