Certificado de Origem Digital tem projeto piloto para agilizar comércio entre Brasil e Colômbia

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Brasília -A digitalização de documentos para exportação avançou para mais um país. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) participa do projeto piloto de emissões do Certificado de Origem Digital (COD) para Colômbia, iniciado essa semana. O país exige desembaraço aduaneiro antecipado, por isso, a digitalização do Certificado de Origem oferecerá mais eficiência no processo de comércio entre o Brasil e a Colômbia.

O documento garante a origem de produtos brasileiros e é pré requisito para reduzir ou isentar o imposto de importação em países com quem o Brasil tem acordos comerciais. De janeiro a agosto de 2021, as emissões do certificado de origem pela CNI cresceram 51% quando comparado ao mesmo período de 2020.

O projeto-piloto faz parte do processo de homologação para emissões de COD para países integrantes da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), formada por 13 países-membros. Nessa etapa, prevista para durar até 27 de outubro de 2021, a emissão do documento é limitada a empresas exportadoras voluntárias de modo a facilitar o controle e monitoramento do fluxo. Após a conclusão do projeto piloto, todas as empresas exportadoras do Brasil poderão usufruir dessa facilidade.

Para a Argentina, Uruguai e Paraguai a emissão do documento digital já é uma realidade. Os próximos países que poderão passar por esse processo de implementação do documento digital são o Chile e o México.

Saiba como usar o COD para alavancar as exportações

Plataforma moderna garante emissão do COD de maneira mais ágil e intuitiva

Em 2020, a CNI lançou uma plataforma para a emissão do COD para exportadores brasileiros. Com identidade visual mais moderna, numa plataforma mais ágil e intuitiva, o sistema permite que o empresário emita de forma simplificada o documento que garante ao produto brasileiro benefícios tarifários em 23 países.

Além do benefício econômico, no contexto da pandemia de Covid-19, o COD reduz a circulação de papeis e pessoas que podem se tornar vetores da doença.

A emissão do documento é feita pela Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela CNI. Presente nas federações de indústrias dos estados e do Distrito Federal, ela promove a internacionalização das empresas brasileiras por meio da oferta de um conjunto de serviços customizados a suas necessidades.

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(*) Com informações da CNI

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