Crescimento da carga em fevereiro traz graves transtornos para o Aeroporto de Guarulhos, alerta Sindasp

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São Paulo – Os últimos dias estão intensos para os despachantes aduaneiros, representantes legais dos importadores e exportadores, no Aeroporto de Guarulhos, na grande São Paulo. De acordo com relatos do Sindasp – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – entidade que representa a categoria responsável por cerca de 95% das operações de comércio exterior brasileiro, os atrasos estão em níveis intoleráveis.

“Estamos monitorando todos os tempos e chegamos em um momento de prazos inadmissíveis para quem opta pelo modal aéreo e, por isso mesmo, quer agilidade para retirar sua carga”, revela Marcos Farneze, presidente do Sindasp.

Com atrasos que chegam a superar três dias, somente na atracação – ato de receber e registrar a carga após sair do avião, durante o processo de uma importação – mostra apenas um dos exemplos dos transtornos vividos pela categoria no Terminal de Carga do maior aeroporto do Brasil.

Crescimento súbito e imprevisto

Diante de insistentes pedidos de medidas emergenciais de alguns setores ao lado do Sindasp, a GRU Airport – Concessionária que administra o Aeroporto – divulgou medidas emergenciais, que, todavia, ainda não surtiram o efeito desejado.

Confira o “Comunicado aos Usuários do Terminal de Carga” de hoje.

“O GRU Airport reforça seu compromisso com a transparência e eficiência operacional. Dessa forma, compartilha abaixo o plano de ações adotado para solucionar os atrasos notados devido ao súbito e imprevisto aumento de demanda no mês de fevereiro.

1)     Imediata contratação de mão de obra e aumento do número de equipamentos:

Fevereiro:

  • 18 operadores de empilhadeira
  • 05 auxiliares de carga
  • 01 Equipe Temporária
  • 10 empilhadeiras elétricas

Março:

  • 12 operadores de empilhadeiras
  • 05 auxiliares de carga
  • 04 empilhadeiras elétricas”

(*) Com informações do Sindasp

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