Exportação de vinho chileno ao Brasil cresce 21% e totaliza US$ 102 milhões nos primeiros sete meses de 2021

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São Paulo – O Brasil é, atualmente, é o terceiro principal destino das exportações chilenas de vinho ao mundo. Nos primeiros sete meses do ano, exportou o equivalente a US$ 102 milhões, alta de 20,8% comparado com o mesmo período do ano passado, em que já havia marcado registro histórico.

O vinho tinto envasado representa maior alta com US$ 47 milhões (35%). Em termos porcentuais, o vinho espumante registrou alta de 49% nos primeiros sete meses e o volume de exportação alcançou US$ 327,5 mil.

Como destino, Brasil é apenas superado pela China, mercado com maior crescimento, entre janeiro e julho deste ano com US$ 196 milhões com alta de 72,8% e Coreia do Sul com US$ 59 milhões,  cifra que indica crescimento de 87,7%.

Os dados são do ProChile, instituição do Ministério das Relações Exteriores do Chile responsável por promover a oferta exportável de bens e serviços chilenos e contribuir para o desenvolvimento do país por meio da internacionalização de empresas, da promoção da imagem do país, do investimento estrangeiro e do turismo.

María Julia Riquelme, diretora comercial do ProChile Brasil – Foto: Divulgação/ProChile

Maria Julia Riquelme, diretora comercial do ProChile Brasil, explica que os espumantes agradam os paladares e sinaliza mudanças no comportamento do brasileiro. “Se até pouco tempo, os espumantes eram sinônimo de celebração, hoje, a bebida está, cada vez mais, na adega também por harmonizar com diversos pratos da gastronomia em outros momentos da vida”, analisa.

O vinho se transformou no verdadeiro embaixador do Chile no mundo. Há mais de 20 anos, o Chile é o principal fornecedor de vinhos para o Brasil com 44% de mercado. Durante o período da pandemia, seguimos com o trabalho de conectar as vinícolas chilenas com os importadores brasileiros, graças às atividades virtuais. A distância física não foi impedimento para seguir com o estreito laço entre os dois países”, conclui Maria Julia Riquelme.

(*) Com  informações do ProChile

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