Exportações de castanhas nativas podem passar de US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão em 10 anos

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Brasília – A produção de castanhas nativas (castanha-do-pará, de caju e baru) e cultivadas (pecan e macadâmia) deve ajudar a impulsionar as exportações brasileiras. A expectativa é que vendas externas saltem dos atuais US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão em 10 anos, segundo o vice-presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento do Agronegócio da Fiesp, José Eduardo Mendes de Camargo. No mercado interno, o consumo do produto cresce entre 6% a 8%.

Em audiência com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, nesta quarta-feira (16), Camargo, acompanhado de representantes do setor produtivo, pediu apoio para ampliar a participação dessa atividade no agronegócio brasileiro, como o acesso a linhas de crédito e revisão de regras tributárias, o que têm favorecido a evasão do produto pela Bolívia.

O ministro disse ser possível atender ao setor também com linhas de crédito para cultivo do Plano Agrícola e Pecuário. O diretor da Fiesp observou que as castanhas representam alternativa rentável do agronegócio, em função de serem consideradas, principalmente, como alimento funcional, com grande consumo no mercado doméstico.

(*) Com informações do Mapa

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