Exportações para a China seguem em alta e geram superávit de US$ 6,674 bilhões até maio

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 Da Redação

Brasília – As exportações brasileiras para a China seguem trajetória de alta e subiram 14,28% de janeiro a maio, totalizando US$ 15,695 bilhões. Com isso, a China, maior parceiro comercial do Brasil em todo o mundo, foi o destino de 21,36% de todo o volume exportado pelas empresas brasileiras nos cinco primeiros meses do ano. De janeiro a maio, o Brasil acumula um superávit de US$ 6,474 bilhões no comércio com a China. Os dados são do Ministério do Desenvolvimen to, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Mas enquanto as exportações brasileiras avançam, graças principalmente à elevação dos preços de commodities como a soja e o milho nos mercados internacionais, as vendas chinesas ao Brasil não param de cair, devio à forte contração das importações brasileiras e que atingem não apenas a China, mas também são verificadas em praticamente todos os principais parceiros comerciais do País.

Apesar da alta registrada no período integralizado, as exportações para a China vêm registrando um viés de baixa. Depois e subirem 31,01% em fevereiro, 105,90% em março, as vendas aos chineses subiram apenas 14,66% no mês de abril e tiveram um acréscimo pouco expressivo de 2,91% em maio. Com o fim das exportações de soja, a tendência é de que em junho as exportações brasileiras para o maior parceiro comercial o País fiquem estáveis e até mesmo possam vir a recuar.

Nos cinco primeiros meses do ano o Brasil exportou para a China produtos no valor total de US$ 15,695 bilhões e, em contrapartida, importou mercadorias no montante de US$ 9,221 bilhões.  Com isso, a balança comercial bilateral proporcionou ao Brasil um superávit de US$  6,474 bilhões. A participação da China nas importações  totais do Brasil atingiu o percentual de 17,13%.

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