Fiesp e Ciesp defendem desoneração das exportações e ampliação da rede de acordos comerciais em texto encaminhado aos presidenciáveis

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Da Redação (*)

Brasília – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) encaminharam aos candidatos à eleição presidencial do próximo dia 3 de outubro um Sumário Executivo que reúne diretrizes com o objetivo de organizar um conjunto de diretrizes que busca recuperar o crescimento econômico sustentado e encaminhar soluções estruturais para a economia brasileira.

O documento aborda os seguintes temas:

  • Ambiente Econômico
  • Reforma Tributária
  • Política Industrial
  • Política de Inovação e Tecnologia
  • Comércio Exterior
  • Infraestrutura
  • Educação
  • Política Social
  • Construção Civil e Habitação
  • Agronegócio
  • Economia Verde
  • Modernização Trabalhista
  • Segurança Jurídica

Fiesp e Ciesp acreditam que nesse momento de retomada pós-pandemia é preciso discutir a adoção de políticas industriais modernas. Um novo consenso, baseado em experiências internacionais frente a um novo paradigma tecnológico e sustentável, recoloca o setor industrial como o motor da retomada econômica.  

Com relação ao comercio exterior, as duas instituições consideram prioritário o fortalecimento do setor, de modo a contribuir para a modernização da economia, geração de emprego, renda e investimentos. Para se tornar mais competitivo no exterior, o País deve assegurar a plena desoneração das exportações e reforçar ações nas áreas de financiamento, desburocratização e promoção de marcas e produtos brasileiros. Essas medidas devem ser acompanhadas pela ampliação da rede de acordos comerciais.

Fiesp e Ciesp destacam ainda que em conjunto com medidas para a promoção da sustentabilidade, o País também deve participar ativamente do debate internacional sobre clima e comércio, para aproveitar oportunidades e evitar novas barreiras às exportações. Por fim, a política de comércio exterior deve ser coordenada com o setor privado, favorecendo a agregação de valor às vendas externas, a diversificação de mercados de destino e o aumento do número de firmas exportadoras, com mais empresas de pequeno e médio porte se beneficiando do acesso ao mercado internacional.

(*) Com informações da Fiesp/Ciesp

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