Funcionário do governo chinês comenta desafio dos EUA após contra medidas aplicadas pela China

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Beijing – Um funcionário chinês ligado ao comércio fez na quarta-feira (18) comentários em resposta ao desafio dos Estados Unidos mediante a Organização Mundial de Comércio (OMC) com as contramedidas da China sobre a investigação em relação as importações de aço e alumínio sob a Seção 232 dos EUA.

As medidas chinesas são legítimas e estão de acordo com as regras multilaterais de comércio, disse o funcionário do Ministério do Comércio em uma declaração, pedindo que os EUA terminem com suas restrições que são contra as regras da OMC.

“Em nome de segurança nacional, a investigação de Seção 232 tem na realidade implementado o protecionismo comercial, que se tornou o consenso de muitos membros da OMC”, disse o funcionário.

O funcionário descreveu a prática dos EUA como um prejuízo severo às regras do comércio multilateral, dizendo que os direitos legítimos e interesses dos membros da OMC, incluindo a China, foram danificados.

A China submeteu uma petição aos EUA para as consultas sobre a compensação de acordo com as regras da OMC, mas a parte norte-americana recusou a resposta, segundo o funcionário.

Devido à situação, de acordo com o funcionário, a China tem que tomar ações de acordo com sua lei de comércio para compensar as perdas causadas pelas medidas comerciais dos EUA e proteger seus direitos e interesses legítimos.

“As medidas da China são necessárias para proteger os interesses nacionais e o sistema de comércio multilateral e são legítimos de acordo com as regras do comércio multilateral”, disse o funcionário.

Se os EUA tiverem a sinceridade para cumprir com as regras de comércio multilateral, indicou o funcionário, devem terminar as restrições que violam as regras da OMC o mais cedo possível e resolver completamente as disputas com os membros da OMC.

“A China quer trabalhar com os membros relevantes para proteger conjuntamente a autoridade do sistema de comércio multilateral”, acrescentou o funcionário.

(*) Com informações da Agência Xinhua

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