Importações caem 11% e balança comercial registra superávit de US$ 1,715 bilhão na 2ª. semana de abril

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Brasília – Abalança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,715 bilhão e corrente de comércio de US$ 5,944 bilhões, na segunda semana de abril de 2020 – com quatro dias úteis -, como resultado de exportações no valor de US$ 3,829 bilhões e importações de US$ 2,115 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 56,076 bilhões e as importações, US$ 48,004 bilhões, com saldo positivo de US$ 8,072 bilhões e corrente de comércio de US$ 104,079 bilhões.

Confira os dados completos da balança comercial 

Análise do mês

Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de abril de 2020 (US$ 936,41 milhões) com a de abril de 2019 (US$ 918,18 milhões), houve crescimento de 2,0%, em razão do aumento nas vendas em Agropecuária (+71,1%). Por outro lado, caíram as vendas na Indústria Extrativa (-12,5%) e de produtos da Indústria de Transformação (-17,2%).

O aumento nas exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nos seguintes produtos agropecuários: Soja (+ 86,3%); Animais vivos, não incluído
pescados ou crustáceos (+ 95,2%); Algodão em bruto (+ 19,1%); Trigo e centeio não moídos (+ 11.431,4%) e Especiarias (+ 86,8%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de abril de 2020 (US$ 577,9 milhões) ficou 11,0% abaixo da média de abril do ano passado (US$ 648,98 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária ( -23,0%) e com produtos da Indústria de Transformação ( -11,9%). Já em relação à Indústria Extrativista houve aumento de gastos (12,3%).

A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos:  Agropecuária – Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-83,9%); Cacau em bruto ou torrado (-100,0%); Milho não moído, exceto milho doce (-68,0%); Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas ( -13,4%) e Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados ( -11,5%);  Indústria de Transformação – Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos – exceto óleos brutos- (-30,9%); Partes e acessórios dos veículos automotivos ( -61,1%); Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores ( -35,3%); Veículos automóveis para transporte de mercadorias e usos especiais ( -67,1%) e Veículos automóveis de passageiros (-56,5%).

(*) Com informações da SECEX/Ministério da Economia

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