Portugal lidera pela primeira vez ranking do indicador de Oferta Turística do Fórum Econômico Mundial



Última atualização: 6 de Setembro de 2019 - 17:59
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São Paulo – Portugal atingiu pela primeira vez a liderança mundial em termos de qualidade das infraestruturas turísticas, de acordo com o Relatório de Competitividade no Turismo de 2019 do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum, WEF), divulgado hoje (4).

No relatório, Portugal atinge pela primeira vez o 12º lugar no ranking de competitividade a nível mundial, depois de em 2017 já ter subido ao 14º lugar. O país surge no 1º lugar mundial na componente de Infraestruturas Turísticas (que avalia a qualidade da oferta turística), ultrapassando países como Áustria, EUA ou Espanha.

Portugal está na posição mais elevada de sempre, tendo subido oito posições desde 2013 (20º lugar) e três lugares desde 2015 (15º lugar). Este relatório do WEF faz uma análise aprofundada do Turismo em mais de 130 economias mundiais.

Adicionalmente, Portugal subiu cinco lugares na componente de Recursos Naturais e Culturais (de 20º para 15º lugar), Transporte Aéreo (de 31º para o 21º lugar), na prontidão na adoção das TIC (de 41º para 38º) ou ainda na Priorização do Turismo (de 14º para 12º), refletindo a forte aposta que tem sido atribuída à captação de ligações internacionais e no alargamento do turismo ao longo de todo o território e de todo o ano.

Este índice avalia individualmente um conjunto de 14 componentes, e as respetivas notas dão depois origem ao resultado que faz de Portugal o 12º país mais atrativo para investir no turismo a nível mundial.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “estes resultados enchem-nos de orgulho e mostram que a estratégia que há 10 anos construímos para o turismo está dando resultados. Atingimos a posição mais alta de sempre neste ranking, e fomos considerados o país com melhores infraestruturas turísticas em todo o mundo. Portugal é, cada vez mais, uma referência internacional no turismo, sendo este relatório uma peça-chave para captação de investimento. É fundamental continuar este trabalho para que o turismo seja cada vez mais um motor de desenvolvimento e coesão territorial e social”.

 (*)  Com informações da Assessoria do Turismo de Portugal no Brasil

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