Turismo aposta na Copa 2014 como geradora de grandes negócios e 3,6 milhões de empregos

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O mercado de turismo no país ganhou novo impulso com escolha do país como sede da Copa do Mundo de 2014. O setor trabalha com a expectativa da chegada de milhares de turistas estrangeiros, o que consequentemente irá gerar novas oportunidades.

– Um evento deste porte, além de gerar empregos em todas as áreas, afeta diretamente a questão econômica. Não só com a Copa, mas qualquer evento em nível mundial, o aumento de oportunidades profissionais surgem, sobretudo, na área turística – explica Natalia Pacheco Júnior, especialista em Inovação do Turismo da Academia Brasileira de Educação, Cultura e Empregabilidade (Abece).

Para o Brasil, a expectativa é bastante positiva, de acordo com Roberto Recinella, especialista em RH, graças ao aquecido mercado de trabalho na área de turismo. “O turismo tem crescido nos últimos anos, se tornando um mercado que exige profissionais cada vez mais capacitados especialmente nos serviços de hospedagem e alimentação”, afirma.

Recinella destaca que, no ano passado, a indústria do turismo fechou US$ 5,3 bilhões em divisas para o Brasil, mesmo sendo 8% a menos do que o obtido em 2008, foi o segundo melhor resultado na história do setor.

O turismo é a quinta fonte de receita do país.

– O setor é uma boa opção para quem está em busca de um novo emprego.

Os postos de trabalho cresceram mais de 7% em 2009, o mercado continua aquecido e deve contratar 4,9% mais em 2010. A perspectiva de contratação é maior no turismo receptivo que deve incrementar os postos de trabalho em 11%, seguido pelos meios de hospedagem, que devem ter alta de 7,8% este ano – avalia.

A importância da Copa para o Brasil vai além dos 30 dias de jogos. “Estima-se que pelo menos 600 mil estrangeiros visitem o país neste período. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas a pedido da CBF, revelou que a Copa de 2014 deverá gerar 3,6 milhões de empregos. Profissionais que lidarão diretamente com o evento como seguranças, guias turísticos, garçons, camareiras, taxistas e demais de menor qualificação serão bastante demandados”, ressalta.

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